
Na coluna ao lado, sai o pessimista e entra um poeta de maior lirismo e com uma história bem curiosa. Joseph Brodsky é russo-americano e judeu. Sempre foi muito rebelde e independente. Aos 15 anos, largou a escola para apenas fazer poesia. Foi acusado, então, de "parasitismo social" pelo governo soviético e condenado a 5 anos de trabalho forçado. Um tempo depois, Brodsky se exilou nos Estados Unidos e se naturalizou.
Sua obra foi agraciada pelo prêmio Nobel de literatura em 1982.
O poema postado traz colocações muito determinadas sobre o que seria a Cultura.
2 comentários:
Cara, esse poema não tem a ver com as ideias do Descartes?
Tá, ele não falava necessariamente em Cultura, mas tinha discursos parecidos sobre a percepção da realidade.
Tem sim, Cláudio! É fácil de achar textos sobre a influência de alguns conceitos de Descartes em Brodsky!
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